Bom Dia Barretos.
Têm pessoas que perdem o controle emocional diante das adversidades da vida, entram em pânico, se acovardam, e em vez de aprenderem com a adversidade, fogem dos problemas, não os encara de frente, e o que é pior, passam a agredir outras pessoas, repetindo o erro inicial. Gostam de tripudiar sobre a honra alheia, mas perdem o controle, não aceitando qualquer contratempo, mesmo quando são os responsáveis por tais situações, esquecendo que na maioria das vezes a adversidade decorre, direta ou indiretamente, das próprias atitudes. O rei Salomão nos ensina que as adversidades, se constituem em uma parte valiosa da vida. As adversidades e os desafios nos dão as oportunidades de desenvolvermos nosso caráter. De acordo com Provérbios 17:3, somente a adversidade refina e revela o ouro e a prata do nosso caráter. Ninguém gosta das adversidades, principalmente aqueles que vivem semeando a discórdia e dela tiram proveito, se esquecendo de que “quem semeia vento colhe tempestade”. Se não vivermos plenamente nossas adversidades, os “músculos” do nosso caráter jamais alcançarão todo o seu potencial de força e poder. De nada adianta fugir do problema ou da dor que ele causa, muito menos, atacar o caráter de outras pessoas, tentar denegrir suas atuações ou valer-se de sarcasmo e insultos, pior ainda dar ultimatos ou fazer ameaças. Ainda rei Salomão nos ensina que o pior caminho é o da retaliação, e encontramos em Provérbios 28:1 “os Ãmpios fogem, ainda que ninguém os persiga, mas os justos têm a coragem do leão”. Só os homens desprovidos de força moral se desfalecem diante da adversidade. Aquele que, em vez de desfalecer, agüenta firme, verá sua força de caráter crescer. A perseverança é essencial para alcançar nÃveis extraordinários de sucesso e satisfação. Sempre acolhi com imensa tranqüilidade as adversidades, bem como as criticas, que tenho recebido ao longo de minha vida, pois aprendi com rei Salomão em Provérbios 12:1 “Odiar a reprovação é estupidez.” Sempre que se tapa os ouvidos e se ignora as criticas alheias os resultados são desastrosos. Se quisermos que qualquer crÃtica deixe de ser um inimigo temido para se transformar em um importante aliado, devemos fazer as seguintes perguntas: primeiro – de onde ela provém, merece ser considerada ou é fruto de interesses contrariados, segundo – qual é a exatidão da critica, verdadeira ou esconde interesses outros, e por fim terceiro – como devemos reagir à s criticas que consideramos verdadeiras. Muitas vezes o silencio é a melhor resposta. Pensem nisto meus irmãos, pois um pouco de humildade e de bom senso nunca faz mal a ninguém, e ajuda a dar consistência ao seu caráter e respeito à sua fala.
BOM DIA BARRETOS.

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