Jornal de Barretos  » Notícias  |  3 de setembro de 2010

Produção industrial cresce em metade das 14 regiões analisadas pelo IBGE

Produção industrial cresce em metade das 14 regiões analisadas pelo IBGE

A produção industrial cresceu, de junho para julho deste ano, em metade das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O maior crescimento foi registrado em Goiás – 10,3%. No mês anterior, o estado havia registrado uma queda de 10,7%. Os outros aumentos foram percebidos na Bahia (3,6%), no Rio Grande do Sul (3,3%), na Região Nordeste (1,7%), no Rio de Janeiro (1,1%), em São Paulo (0,5%) e Minas Gerais (0,1%).

Somente Minas Gerais teve aumento inferior à média nacional (0,4%)

Em junho, apenas cinco regiões haviam registrado expansão. Entre os estados que cresceram em julho, somente Minas Gerais teve aumento inferior à média nacional (0,4%). Já os resultados negativos de junho para julho foram registrados no Espírito Santo (-0,2%), Pará (-0,7%), em Pernambuco (-1,2%), no Amazonas (-1,3%), Ceará (-1,5%), Paraná (-2,9%) e em Santa Catarina (-2,9%). Na comparação de julho de 2010 com o mesmo período de 2009, apenas Santa Catarina teve resultado negativo (-0,1%). Já no acumulado do ano e dos últimos 12 meses, todas as 14 regiões tiveram resultado positivo.

Ministério Público do Paraná terá laboratório contra lavagem de dinheiro

O Paraná será o 14º estado a receber um Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD). O secretário Nacional de Justiça, Pedro Abramovay, e o procurador-geral de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, assinaram ontem (2) acordo de cooperação para implantação do LAB-LD do Ministério Público do estado. Será às 11h30, no Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça. O LAB-LD é um centro difusor de técnicas e métodos para a produção de informações voltadas à investigação de crimes que disfarçam a origem de recursos ilegais.

Suposto fornecedor do tráfico no Brasil é preso em MS

Valdemar Kerkhoff Júnior, de 28 anos, acusado de ser o líder de um esquema milionário de envio de grandes cargas de drogas para facções criminosas no Brasil, foi preso anteontem em Ponta Porã (MS), pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A prisão faz parte da “Operação sem fronteiras”, deflagrada no último dia 19. De acordo com a investigação, Júnior era o principal comprador de maconha e cocaína dos traficantes das cidades paraguaias de Pedro Juan Cabalero e Capitan Bado. Aproximadamente três toneladas de maconha e 50 quilos de cocaína eram enviados, por semana, para os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e regiões do Sul do País.

São Paulo tem o agosto mais seco em quase 50 anos

Agosto de 2010 terminou como o mês mais seco da cidade de São Paulo desde 1961. O volume de chuva no mês foi de 0,4 milímetros – cerca de 1% da média para agosto, que é de 39 milímetros. A umidade do ar na terça-feira esteve novamente abaixo dos 30%, colocando a cidade em estado de atenção. Com 24%, a terça-feira foi o 12º dia em que a cidade registrou índices abaixo da marca dos 30% no último mês.

Agosto de 2009 teve recorde mínimo apenas em três dias

O ar é considerado bom para a saúde com umidade acima de 60%. A temperatura na terça-feira à tarde foi de 28,6°C. Mesmo em agosto de 2007 – que não teve chuva – não houve uma sequência tão longa de dias com baixa umidade. No período, apenas três dias registraram nível inferior a 30%. Em agosto de 2009, que registrou o recorde mínimo de umidade relativa do ar – 10% -, apenas quatro dias ficaram sob estado de atenção.

Copom mantém taxa básica de juros em 10,75% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) definiu ontem que a taxa básica de juros (Selic) deve permanecer no patamar de 10,75% ao ano, em vigor desde 21 de julho. Com isso, o colegiado finalizou o processo de aperto monetário adotado nas três últimas reuniões, quando elevou a taxa de 8,75% para 9,50%, em abril, depois para 10,25%, em junho, e para 10,75%, em julho.

Inflação em declínio nos 3 três meses

A decisão do Copom veio em sintonia com as expectativas da maioria dos analistas financeiros, que, há duas semanas, alegam haver condições favoráveis no mercado para o BC encerrar o ciclo de ajustes da Selic. O principal motivo apontado pelo mercado é a inflação ter entrado em declínio nos três últimos meses. Além disso, argumentaram os analistas, não existem sinais de pressão de preços no horizonte, a médio prazo. As projeções de inflação para o final do ano têm caído gradativamente e já se aproximam do centro da meta de 4,5%.


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